Clínica Jardim Europa

HORÁRIO DE ATENDIMENTO

Nosso horário de atendimento é de:
Segunda a quinta
das 8:00 as 18:00
Sexta das 8:00 as 17:00

MARQUE UMA CONSULTA

Simples e rápido, preencha o formulário e entramos em contato para validar seu agendamento.Agende uma visita

ARTIGOS

ENTORSE DO TORNOZELO – COMO EU TRATO

Dr . Edgard dos Santos Pereira - CRM 14242 - São Paulo - UNISA - 2007

A lesão por entorse do tornozelo, queixa comum de consultório, é freqüente, em torno de 27.000 ao ano, em estudos americanos recentes, representando em maior ou menor número uma lesão ligamentar.

Felizmente a articulação pelo seu formato, durante a carga confere a estabilização primária da mesma, reforçada pelos músculos fibulares especialmente.

Os estabilizadores secundários são representados pelos ligamentos, dos quais citamos o FTA ( fibulo-talar anterior) e o FC ( fíbulo-calcâneo). De acôrdo com o grau da lesão classificamos em distensão (grau I), rotura parcial (grau II) e rotura total (grau III), indicador do tratamento a ser seguido. O diagnóstico é clínico, essencialmente, pela palpação de pontos dolorosos e as manobras de “ga--veta anterior” e “inclinação talar”, que podem ser confirmadas e medidas pela radiografia durante o “stress”, com especificidade na radiografia comparativa , em torno de 89% para o FTA e de 67% para o FC.

Podemos criar um esquema para o tratamento de acordo com o grau da lesão:
- FUNCIONAL (ICES) – sempre, com curto período de imobilização, exercícios ativos precoces, compressão elástica e crioterapia, respeitando a carga parcial. Ao mesmo tempo reabilitação , com alongamentos, fortalecimento de fibulares e incentivo da propriocepção. O resultado é bom, sendo conseguido em torno de 8 dias para grau I e 15 dias para grau II.
- PROFILÁTICO – Utilização de “braces” e imobilizações inesláticas , associados com trabalhos de propriocepção com tábuas e discos de fortalecimento, para aqueles pacientes atléticos ou esportistas, durante a prática do esporte.
- RECONSTRUÇÃO CIRÚRGICA – Sim, desde que haja lesão grau III, em paciente jovem ou paciente atleta ou mesmo amador de alta demanda. Cabe ainda tratamento de debridamento artroscópico , naqueles “crônicos”, com síndrome de impacto lateral (lesão meniscóide) ou ainda com lesões condrais residuais.

VALE A PENA CONFERIR!

Alguns links interessantes para voce ficar informado sobre a saúde do seu joelho.
Saiba maisPORTAL SBOT - Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia
Saiba maisAAOS - American Academy of Orthophaedic Surgeons